quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Cancelamento

A exposição fotográfica  "Livres Olhares" não participará do VIII Congresso Acadêmico da UFAL por motivos de força maior. Em breve divulgaremos a agenda da exposição que percorrerá outros espaços nos próximos meses.


Agradecemos à compreensão.


Viviane Rodrigues
Curadora de Livres Olhares
(82) 8843-9311
vi_magnifica@hotmail.com

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Exposição “Livres Olhares” no VIII Congresso Acadêmico da UFAL



A Associação dos Moradores e Amigos de Jaraguá e o Ponto de Cultura Enseada das Canoas convida a todos (as) para visitar a Exposição “Livres Olhares” que estará no VIII Congresso Acadêmico da Universidade Federal de Alagoas, de 18 à 22 de outubro no IGDEMA - Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente. Na ocasião também haverá uma mesa redonda: a Comunidade de Pescadores de Jaraguá, com a professora, Cirlene Jeane Santos e Santos e a participação da presidenta da associação Maria Enaura Alves.

A Exposição “Livres Olhares” é resultado do trabalho desenvolvido pelo Ponto de Cultura Enseada das Canoas que através da oficina de fotografia apresenta uma  perspectiva sobre a vida na Vila de Pescadores de Jaraguá. Numa visão inocente, porém não menos crítica, as crianças lançam mão de suas pequeninas câmeras e capturam os elementos do seu cotidiano através de imagens que revelam um novo olhar que deve ser considerado no nosso cenário sócio-cultural. De forma apresentar ao público seus pensamentos e memórias refletidas através do processo simbólico que faz parte da vida e da cultura dos moradores da vila. Pescadores entre o mar e a cidade navegam e fazem enriquecer a história da cidade de Maceió. Olhares ricos e inexplorados dos novos filhos das marés!



Exposição de Fotografias: Livres Olhares
      Fotógrafos (as): Meninos e Meninas de Jaraguá
      Data: 18 à 22/10
      Horário: 14h30 às 21h.
      Local: UFAL/Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente-IGDEMA

Viviane Rodrigues
      Curadora da Exposição "Livres Olhares"
     82) 8843-9311
     e-mail: vi_magnifica@hotmail.com


terça-feira, 4 de outubro de 2011

Roda de Memória no Vergel

O Museu Cultura Periférica                                        participou da
5ª Primavera dos Museus
com
uma roda de memória
no bairro Vergel.
A D. Maria José
conta a estória dos velhos carnavais
no Vergel
sua relação com
os bumbas
meu
boi!





sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Vila de Pescadores de Jaraguá receberá a visita de um técnico do IPHAN






Um tesouro escondido na Vila de Pescadores de Jaraguá
            Quando o homem e a mulher ainda se faziam humanos toda coletividade tinha um tesouro a proteger, defender, cuidar: o fogo. Quantas lutas! Quanta vida despendida na retomada e guarda do tesouro!! Era a vida. E de tudo ficou a conquista do conhecimento para mantê-lo aceso, conhecimento que foi difundido e disponibilizado para milhões de gerações futuras. Temos o fogo.
            Cada época tem sua riqueza, aquilo em que se investe quase tudo, que se torna sonho de multidões e que se acredita poder fazer a felicidade humana. Para os gregos o conhecimento; para os espartanos a arte da guerra; para os medievais a terra; para os modernos o dinheiro; para o garimpeiro (e as grandes corporações) o ouro e o diamante. Estamos no tempo de outro bem: o patrimônio cultural, a riqueza que nos permite ser humanos. Presente na cotidianidade da vida simples o bem cultural tem muitas formas, movimentos, cores, sons e sabores e, acredite, exige mais que o olhar para ser visto, mais que um conhecimento específico para ser identificado, requer uma visão de respeito ao grande tesouro ainda escondido – à diversidade de formas de viver, produzir, conviver, sentir, fazer, resistir, celebrar a vida e o desaparecer humano. O patrimônio cultural pode ser imaterial, pode está em um lugar atraente para outros garimpeiros acumuladores do tesouro-dinheiro. É uma riqueza nada fácil de proteger.
Nas lendas e histórias infantis o tesouro é escondido em lugares difíceis, envolto por monstros feios e animais perigosos, espíritos assustadores. Interessante, foi exatamente esse imaginário construído em torno da rica atividade de construção de barcos e redes, de pesca, de trato e comercialização do pescado e da vida dos pescadores de Jaraguá. “Favela”, perigosa, “povo agressivo e isolado”,não tem desenvolvimento humano”. O caminho até o tesouro é pequeno, poucos metros do Palácio. Mas tem tanto entulho e lixo! Paisagem feia! Aparente perigo que desanima a curiosidade do visitante. A quem interessa esconder essa forma de vida?
Garimpeiros culturais e defensores da vida venceram o medo e a Vila foi espiada, observada, inquirida, questionada, orientada por intelectuais das mais variadas áreas do conhecimento. Arquitetos, economistas, antropólogos, historiadores, filósofos, psicólogos, professores, médicos, teólogos, lingüistas, juristas, turismólogos, enfermeiros, estudantes, atores, músicos... romperam becos e barracos e viram sinais evidentes do tesouro. Outras lentes negam qualquer brilho especial.
Eis que chega um enviado especial de um lugar chamado Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN – (Conforme Carta nº 32 do Gabinete do IPHAN-AL, de 12/09/2011) para estudar o lugar. O pedido foi feito ao IPHAN, pela própria comunidade de pescadores, para INSCRIÇÃO NO LIVRO DE REGISTRO OFÍCIOS E MODOS DE FAZER DOS OFÍCIOS DE PESCA TRADICIONAL E INSCRIÇÃO NO LIVRO DE REGISTRO DO LUGAR, RECONHECENDO O ESPAÇO OCUPADO PELA VILA DE PESCADORES DE JARAGUÁ ENQUANTO LUGAR ONDE SE REALIZA E SE ATUALIZA ESSE SABER FAZER.
Com formação para o reconhecimento do Patrimônio Cultural Imaterial essa pessoa técnica vai mapear e qualificar o tesouro da Vila de Pescadores de Jaraguá. Não haverá mais segredos e os “monstros feios” serão evaporados e o conhecimento do fazer barco e rede, da pesca artesanal, do trato do pescado poderá ser garantido às futuras gerações. O resultado dessa investigação marcará a trajetória de luta da pequena Vila e inscreverá página importante na história de Maceió e da cultura alagoana e brasileira.

Marluce Cavalcanti Santos
Professora de Filosofia
Mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente
    Coordenadora Pedagógica do Ponto de Cultura Enseada das Canoas: Yar-á-guá Cultural.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Feirinha do Jacintinho e Lagoa Mundaú - FOTOS


Primeiro dia na 5ª Primavera dos Museus

O Museu Cultura Periférica deu ínicio a sua programação na 5ª Primavera com a perfomance "Eu Sou" da dançarina Sirlene Gomes na Feirinha do Jacintinho. Foi sensacional!
  
Em seguida tivemos a perfomance "Capote" dos dançarinos Diego Januário, Elisangela Santos e Sirlene Gomes na Lagoa Mundaú. Dois momentos ímpares.
A noite daremos continuidade a 
programação com a roda de 
memória na Escola 
Theonilo Gama. 
Esperamos todos lá!